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quarta-feira, 19 de agosto de 2020

QUALIFICANDO A RESPIRAÇÃO

 

Esta prática é para aqueles que queiram contribuir com o uso adequado de sua respiração e, conscientemente, dedica-la no serviço a Deus. Qualificar positivamente a respiração significa trazer tudo a ordem cósmica, servir espontaneamente, conforme a Vontade Divina, desenvolvendo o Plano Cósmico da Criação, e com esse propósito, purificar nossos campos de energia emocional, mental e espiritual. Através da respiração qualificada positiva, contribuímos com este precioso dom da vida – respirar – para o desenvolvimento de todos os sistemas organizacionais, desde a família até o sistema planetário, como parte integrante da grande respiração do Corpo Cósmico de Deus.

Respirar é sobreviver e respirar, qualificando-a positivamente, é mais do que o simples sobreviver – é dar um sentido à nossa vida para que cresçamos espiritualmente, conscientes de que somos parte integrante do todo.

Toda respiração é revestida com a substância de nossa mente, de nosso estado de espírito ou humores. Durante o ciclo respiratório, sugamos o ar atmosférico, que qualificado com a substância da mente coletiva do planeta e, particularmente, do local que estamos, e expelimos o ar interno, que será de boa ou má qualidade, conforme nossos humores, nosso estado mental, impregnando todo o nosso ambiente. Consequentemente, como esse ar se espalha e se aglutina aos ares afins, todo o planeta. Um ser humano que ainda não administra e muito menos seleciona suas energias, qualifica o ar, a cada ciclo respiratório, de acordo com seus caprichos, maus hábitos e pensamentos ruins.

Porém, assim que nós, incomodados com nossas esquisitices, buscamos no íntimo de nossa alma, de forma honesta, a Luz Interna de Deus, praticando meditações, afirmações positivas e orações, e nos curvamos perante a grandiosidade de Deus-Pai-Mãe, nossa respiração reverte para qualidades positivas. Já no contrário, quando nos encontramos perturbados e agitados, lutando nas trevas do mundo das aparências, com a característica dos dissonantes abusos da vida, neste estado, automaticamente, contribuiremos para manter as energias ruidosas dos planos físico, astral, mental e espiritual.

Ao ativarmos a respiração qualificada, purificamos nossa matéria física e psíquica, através da sintonização que estabelecemos com nosso órgão transformador, purificador e irradiador de toda energia que penetra em nossa consciência – o sagrado coração. Sempre que sustentamos a respiração, o alento vital, o prāṇa absorvido, se embebe e se qualifica com o colorido de nossa consciência. Ao exalar, o alento vital acumulado é liberado e espalhado no ambiente, de modo a gerar um vínculo, por afinidade energética, com o campo que está fora e que nos envolve. Tudo uma questão de sintonia: podemos nos vincular com energias dissonantes ou com aquela que é a nossa verdadeira luz e essência – Deus-Pai-Mãe. Sendo assim, pratiquemos a respiração qualificada em nossos lares e em nossos ambientes sociais e profissionais.

Nosso coração é o órgão responsável por qualificar o alento vital, tanto no momento de acolhimento do sangue com os componentes do ar atmosférico (externo) quanto no de envio do sangue para os pulmões para liberar o ar interno. Analisemos este órgão formado por dois sistemas de bombeamento do sangue e quatro câmaras. Cada bomba cardíaca contém um átrio, que recebe o sangue, e um ventrículo, que envia o sangue.

O coração esquerdo, vamos assim chamar, recebe o sangue que vem dos pulmões, em seu átrio, carregado com os componentes físicos e psíquicos do ar atmosférico. Todas as características que qualificam o ar desse ambiente ou região estão ali presentes. A função agora do coração é magnetizar estes componentes com nossos padrões biopsicoespirituais para que este sangue seja enviado para o corpo e nutra toda a nossa estrutura orgânica e mental.

Já o coração direito, recebe o sangue do organismo, carregado de resíduos do metabolismo. Ao chegar em seu átrio, os componentes que serão liberados pelos pulmões são novamente magnetizados com nossos padrões biopsicoespirituais, e este ar é então espargido pelo ambiente.

Portanto, vejamos a responsabilidade que temos sobre nosso coração e, de uma forma mais direta, sobre nossas emoções, sentimentos e pensamentos. Como é importante que tenhamos consciência de nosso dever em gerar paz, harmonia, tranquilidade, amor, equilíbrio e outras qualidades construtivas, para que nosso coração, através de seus pulsos eletromagnéticos, magnetize o ar, que entra e que sai, com tais qualidades.

Temos ainda outro aspecto que complementa esta explicação. Em nosso coração encontra-se a Divina e Eterna Chama Trina, que lhe confere o potencial de cada virtude divina – inclusive a força da ressurreição. Quando dominamos a respiração, podemos atrair ao nosso coração carga magnética construtiva, pelo apaziguamento de nossos campos emocionais, mentais e etéreos, purificando-os e sublimando-os com a força magnética do próprio coração. Deste modo, podemos concluir que um impulsiona o outro para o retorno da harmonia. Nossa Chama Trina está ancorada na câmara secreta de nosso coração, onde se manifesta o Foco de Luz de nossa Divina Presença. É graças a ela que somos dotados de um intelecto, que nos permite pensar, analisar e discernir, como também nos proporciona a força motriz com a qual nos movemos. A Chama Trina é o único elemento em nós que é eterno, absoluto e imutável, e que estará plenamente manifestado quando nos tornarmos Ascensionados e Livres.

Relembrando os conceitos: quando inspiramos, temos a oportunidade de transmutar, purificar e reprocessar a energia externa; quando retemos o ar, acessamos nossa essência desperta na Chama Trina do Sagrado Coração e requalificamos a energia; e, quando expiramos, espargimos o alento vital purificado e qualificado com paz, harmonia, tranquilidade, amor, equilíbrio, enfim, com muita luz e glória. Foi assim que nosso Mestre Yeshu’a (Jesus) trabalhou, curou e afastou os seres malignos das pessoas. Sua concentração e fé em Deus-Pai-Mãe era (e continua sendo) plena. Através de Seu Sagrado Coração, Yeshu’a fazia a verdadeira alquimia espiritual, transformando o chumbo da matéria no ouro do Espírito Santo.

Antes de iniciarmos a prática, é importante saber que, com a sua continuidade, a chama de seu Sagrado Coração irá se expandir, dotando-o de grande sensibilidade e força, bem como, com o manejo da respiração, haverá uma sinergia – um alinhamento – entre seus campos emocional, mental e espiritual. Portanto, vejamos a importância que há no ato de simplesmente respirar; uma função de nosso corpo, ou melhor, de nosso ser e que quase ninguém dá valor.

Agora, vamos à prática!

Sente-se confortavelmente. Tome consciência de todo seu corpo, desde seus pés, pernas, joelhos, coxas, quadris, coluna vertebral, abdômen, peito aberto, cabeça no prolongamento da coluna, boca fechada e relaxada, olhos fechados com suavidade e testa descontraída. Relaxe!

Vamos fazer uma respiração consciente e ritmada, usando somente as narinas, tanto para inspirar como para expirar. Respire e vá se conectando à sua respiração. Inspire forte e profundo, contando 1 tempo. Sustente o ar, contando 4 tempos. Expire com leveza, contando 2 tempos. Siga esta cadência: inspire 1; sustente 1, 2, 3, 4; expire 1, 2. Continue a respirar desta forma até que você tenha estabelecido o seu ritmo e mantenha a cadência sem a necessidade da contagem. Enquanto respira consciente e de forma ritmada, sinta a energia do ambiente que você se encontra, seu nível vibracional. Tente perceber o que está ruim, desarmônico e pesado. Tendo observado isto, veja o que repercuti em seu íntimo; o que você sente atração e aversão. Repare, se também existe em seu íntimo, o que você detectou no ambiente. Existe um padrão de ressonância, no qual nós reconhecemos o que está fora, conforme o que está dentro. Saiba que para nós, seres ainda imperfeitos, não há ambiente perfeito. Sempre algum aspecto, que achamos dissonante, vai nos tocar. Continue com a mesma cadência respiratória.

Estando bem integrado à sua respiração, inspire e atraia do ambiente toda substância impura, enviando-a para a Transformadora Chama Trina de seu coração. Ao mesmo tempo, traga para seu coração toda substância impura de seu campo físico, psíquico e espiritual. Sustente a respiração dentro da Chama Trina e visualize, com toda intenção e foco, as substâncias impuras sendo transmutadas pelo Fogo Sagrado da Chama Trina. Ao expirar, envie toda a substância já purificada, para o ambiente que você se encontra. Que estas substâncias se espalhem por todo o planeta para toda a humanidade! Procure sentir isso também em seu campo físico e psíquico. Mantenha esta dinâmica por vários ciclos respiratórios e, no mínimo, três minutos. Inspire... sustente... expire; inspire... sustente... expire. Mantenha a prática um pouco mais.

Quando sentir que já foi o suficiente, encerre a prática com a expiração. Agradeça e reverencie, curvando-se diante daquele que é pleno. Lembre-se: Eu só me torno grande, quando me apequeno diante do Supremo, porque Ele é a Fonte e fora Dele nem o “nada” existe.

 

HO’OPONOPONO & RESPIRAÇÃO QUALIFICADA

Ho’oponopono é uma antiga prática havaiana de cura, envolvendo o perdão, a reconciliação e o despertar do amor. Significa literalmente “pôr em ordem, endireitar, corrigir, ajustar”. Inicialmente, esta técnica foi usada para questões de desarmonia familiar, onde um dos integrantes adoecia. Então, um sacerdote havaiano ia ao local para fazer a reconciliação e harmonização e a pessoa adoecida se curava.

Esta técnica, muito simples e usada para purificar, harmonizar e sublimar as energias densas, tais como as memórias traumáticas, sentimentos ruins, pensamentos destrutivos, que nos desalinham, ou melhor, nos fazem perder a sintonia com os planos superiores, é composta de quatro fases que, na realidade, são afirmações:

      1.    Sinto muito: é quando nós entramos em contato com toda a problemática envolvida e assumimos a responsabilidade. É uma tomada de consciência de onde, como e por quê nos encaixamos no que está sendo contextualizado. O consciente é a região mental, onde focamos a nossa atenção, através dos cinco sentidos e de uma análise na qual evocamos a memória. Para os seres humanos comuns, os estímulos externos, que são acessados pelos cinco sentidos, comandam a nossa atenção e, via de regra, nós permitimos. Se queremos nos aprimorar, temos que inverter o processo e fazer com que a atenção gerencie os nossos sentidos, através do estado de atenção plena. Neste estado, nossos sentidos se abrem e vemos, ouvimos e sentimos além de nossa percepção comum. A tomada de consciência requer uma busca no que está armazenado na nossa mente de forma profunda e que não percebemos. Isto implica em acessar o campo da intuição, que está além de nossa sensibilidade comum. Mas, só alcançamos o estado intuitivo, quando nossa mente se acalma. Portanto, se queremos, de fato, mergulhar nesta primeira fase do Ho’oponopono, sejamos como o lago da montanha: imóvel e profundo.  Imóvel diante das agitações de nosso ego inquieto e defendido, e profundo em nossas percepções.

      2.    Me perdoe: nesta fase fazemos o grandioso exercício da humildade e ganhamos a magnífica oportunidade de reconciliarmos conosco mesmo, com os outros e com Deus.

Yeshu’a (Jesus) nos trouxe essa lição no Sermão da Montanha, conforme está em Mateus 5:23-25. Ele diz: 23Se estás, portanto, para fazer a tua oferta diante do altar e te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra a ti, 24deixa lá a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; só então vem fazer a tua oferta. 25Entra em acordo sem demora com teu adversário, enquanto está em caminho com ele, para que não suceda que te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao seu ministro e sejas posto em prisão.

Paulo de Tarso também nos ensina a reconciliação em II Coríntios 5:18-19, onde fala: 18Tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por intermédio de Cristo e nos outorgou o ministério da reconciliação. 19Pois Deus estava em Cristo reconciliando consigo mesmo o mundo, não levando em conta as transgressões dos seres humanos, e nos encarregou da mensagem da reconciliação. 20Portanto, desempenhamos o encargo de embaixadores em nome de Cristo, e é Deus mesmo que exorta por nosso intermédio. Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!

Outro grande Mestre que nos falou sobre reconciliação foi Masaharu Taniguchi, fundador da filosofia SEICHO-NO-IE, em seu excelente opúsculo KANRO NO HOOU (Sutra Sagrada Chuva de Néctar da Verdade), onde um pequeno trecho que selecionei nos diz: “Reconcilia-te com todas as coisas do céu e da terra. Quando houver a reconciliação com todas as coisas do céu e da terra, tudo será teu amigo. Quando todo o Universo se tornar teu amigo, coisa alguma do Universo poderá causar-te dano. Se fores ferido por algo ou se fores atingido por micróbios ou por espíritos baixos, é prova de que não há reconciliação entre ti e todas as coisas do céu e da terra. Reflexiona e reconcilia-te. [...] Reconciliar-se com todas as coisas do Universo significa agradecer a todas as coisas do Universo. [...] A reconciliação verdadeira será consolidada quando houver recíproco agradecer. [...] Não havendo a reconciliação com todas as coisas do Universo, mesmo que Deus queira auxiliar, as vibrações mentais provenientes da dissensão não captam bem as ondas da Benção de Deus”.

Na Bhagavad Gītā 11:41-42 a reconciliação com o Supremo Pai-Mãe aparece quando Arjuna (guerreiro), tomando consciência da grandiosidade de Kṛiṣhṇa (o Avatāra, Deus personificado), se questiona e se curva diante Dele, e diz: 41Colocando-Te na posição de companheiro, falando de modo desrespeitoso, sem sequer conhecer Tuas glórias, dirigi-me a Ti, sem a menor reverência, com as seguintes palavras: "Ó Kṛiṣhṇa", "Ó Yādava", "Ó meu companheiro". Por favor, perdoa tudo o que eu possa ter feito por loucura ou por amor. 42Quantas vezes Te zombei, gracejando enquanto nós andávamos, deitávamos na mesma cama, sentávamos ou comíamos juntos, às vezes a sós e outras vezes diante de muitos amigos. Ó infalível, por favor, perdoa todas essas minhas ofensas!

Visto isso, podemos dizer que não há perdão sem reconciliação e vice-versa. Além disso, é necessário entender que na vida não existem erros nem acertos. Tudo é uma experiência que vai nos capacitar à expansão da consciência – o amadurecimento do Ser. Se não praticamos o perdão e a reconciliação, paralisando diante de apegos relacionados a pessoas e fatos que nos magoaram, deixamos de crescer. Lembremo-nos: tudo tem um motivo por acontecer. Portanto, reconciliemos e perdoemos.

      3.    Eu te amo: o amor é uma força de atração que nos vincula com o Universo. O amor une as pessoas e a energia flui. Nesta fase do Ho’oponopono, nós abrimos um canal de acesso ao Supremo Pai-Mãe e adquirimos a força necessária para operarmos as mudanças que queremos. O amor é uma força que nos impulsiona, que nos faz ousar. Esta força vem acompanhada da fé, pois não há amor sem fé, nem fé sem amor. E a fé remove montanhas, porque na base de tudo está o amor. É o amor que sustenta a Criação, enquanto a fé é o alimento da alma. A fé é o reconhecimento de Deus-Pai-Mãe fundamentado na própria experiência. Quando afirmamos “eu te amo”, nosso Sagrado Coração, portador da Chama Trina do Espírito Santo em nós, brilha mais forte. É neste momento que temos a oportunidade de efetuar a transformação necessária.

      4.    Sou grato: a gratidão é um sentimento que vem acompanhado do silêncio de nosso Ser mais profundo, numa atitude de total constrição. Nesta fase, ocorre o selamento de todo o trabalho. Através da gratidão, consentimos que a Vontade Divina nos abençoe e nos presenteie com aquilo que nos é possível mudar. É hora de deixar fluir, de largar a expectativa e agradecer o que nosso Deus-Pai-Mãe reserva para a nossa prosperidade, pois tudo é uma oferta divina. Portanto, sejamos silenciosamente gratos. O silêncio é, como se fala no popular, o “pulo do gato”.

Tendo exposto a dinâmica do Ho’oponopono, vamos desenvolver esta prática, associando a respiração qualificada.

Sente-se confortavelmente numa cadeira, poltrona ou no chão de pernas cruzadas. Tome consciência de todo seu corpo, desde seus pés, pernas, joelhos, coxas, quadris, coluna vertebral, abdômen, peito aberto, cabeça no prolongamento da coluna, boca fechada e relaxada, olhos fechados com suavidade e testa descontraída. Relaxe!

Vamos fazer uma respiração consciente e ritmada, usando somente as narinas, tanto para inspirar como para expirar. Respire e vá se conectando à sua respiração. Inspire, suave e profundamente, contando 2 tempos. Sustente o ar contando 4 tempos. Expire, com leveza, contando 2 tempos. Sustente sem ar contando 4 tempos. Siga esta cadência: inspire 1, 2; sustente 1, 2, 3, 4; expire 1, 2; sustente 1, 2, 3, 4. Continue a respirar desta forma até que você tenha estabelecido o seu ritmo e mantenha a cadência sem a necessidade da contagem. Enquanto respira consciente e de forma ritmada, pense em que você quer atuar. Tente perceber o que está ruim, desarmônico e pesado. Tenha consciência de tudo que envolve o seu assunto e traga-o à tona. Tendo observado isto, veja o que repercuti em seu íntimo; o que você sente atração e aversão. Reveja a situação, as pessoas envolvidas e dê um novo significado a elas, perdoando a si mesmo e aos outros, e reconciliando-se com Deus-Pai-Mãe. Solte as amarras, seus preconceitos, suas carências e suas defesas e irradie amor, expandindo este sentimento que brota, genuinamente, de seu Sagrado Coração, onde se encontra a Chama Trina. Ame... ame intensamente. Desperte esta força inata, que o Eterno guarda em seu coração. Enfim, mergulhe no silêncio e seja grato às bênçãos que o Supremo nos reservou e que chegam até nós neste exato momento. Agradeça... agradeça a todos envolvidos, agradeça ao seu Eu Maior e, em especial, a Deus-Pai-Mãe do Cosmos. Fique em silêncio...

Vamos para a etapa final. Recapitule todo o assunto, desde o sentir até o agradecer...

Agora é hora de acoplarmos a respiração e qualifica-la. Se você perdeu a cadência, recupere-a. Inspire 1, 2; sustente 1, 2, 3, 4; expire 1, 2; sustente 1, 2, 3, 4. Quando recuperar o ritmo, comece a encaixar todas as fases do Ho’oponopono, de acordo com as fases respiratórias. Em cada fase, pense no que quer resolver. Inspire – sinto muito. Sustente – me perdoe. Expire – eu te amo. Sustente – sou grato. Siga, respirando desta forma, pelo tempo que achar conveniente.

 

AFIRMAÇÕES POSITIVAS & RESPIRAÇÃO QUALIFICADA

Podemos dinamizar as afirmações feitas por Yeshu’a, fazendo uma respiração consciente, atribuindo uma qualidade à nossa respiração. Como já vimos, quando inalamos absorvemos energia do ambiente e, quando exalamos distribuímos energia, com nosso padrão interno, a todo o ambiente. Desta forma, o prāṇa (energia vital) que inalamos tem a oportunidade de ser reprocessado em nosso coração, através do Fogo Sagrado de nossa Chama Trina (o Sagrado Coração). Aproveitemos essa chance para mudar nosso padrão e do ambiente também!!!

Selecionei alguns exemplos em uma escala de dificuldade, indo do mais fácil para o mais difícil:

  1.        Afirmação: “Eu sou luz”. Respiração: inale (Eu sou) e exale (luz).

  2.        Afirmação: “Eu sou Deus em ação”. Respiração: inale (Eu sou) e exale (Deus em ação).

  3.        Afirmação: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”. Respiração: inale (Eu sou) e exale (o Caminho, a Verdade e a Vida).

 4.        Afirmação: “Eu sou a ressurreição e a vida da sabedoria e iluminação”. Respiração: inale (Eu sou), sustente (a ressurreição e a vida) e exale (da sabedoria e iluminação).

 5.        Afirmação: “Eu sou a ressurreição e a vida da plenitude de meu Ser”. Respiração: inale (Eu sou), sustente (a ressurreição e a vida) e exale (da plenitude de meu Ser).

 6.        Afirmação: “No âmago do corpo, Eu sou a vida eternamente saudável e imperecível”. Respiração: inale (No âmago do corpo), sustente (Eu sou a vida) e exale (eternamente saudável e imperecível).

 7.        Afirmação: “A luz de Deus é sempre vitoriosa e Eu sou a luz de Deus”. Respiração: inale (A luz de Deus), sustente (é sempre vitoriosa), exale (e eu sou) e sustente sem ar (a luz de Deus).

 8.        Afirmação: “Eu sou o amor, a sabedoria e o poder com sua inteligência ativa em cada pensamento e ação”. Respiração: inale (Eu sou), sustente (o amor, a sabedoria e o poder), exale (com sua inteligência ativa) e sustente sem ar (em cada pensamento e ação).

 9.        Afirmação: “Eu sou o princípio ativo de Deus, eternamente dentro dele próprio, como a única fonte de vida ativa”. Respiração: inale (Eu sou), sustente (o princípio ativo de Deus), exale (eternamente dentro dele próprio) e sustente sem ar (como única fonte de vida ativa).

 

Muitas outras afirmações podem ser usadas de forma ritmada e sincronizada com a respiração, tornando-a de boa qualidade. Usemos nossa criatividade! Tornemos nossa respiração e coração mais presentes em nossa vida!!!

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

MAṆḌALA DA TERRA



Este maṇḍala foi pintado por mim no computador em momentos de inspiração, mergulhado em mim mesmo.

A terra é aquela que nos nutre, nos sustenta, nos abriga e nos faz crescer, física e espiritualmente. Palco de grandes transformações, ela nos possibilita experimentar os diversos sabores da vida, tanto ao nível físico quanto ao moral. A terra nos permite enraizar, desenvolver e frutificar nossas ideias, através de nossas ações. Quanto mais profundas forem nossas raízes, mais possibilidades nós temos de expandir nossos ideais e realizar nosso propósito; aquilo que viemos fazer nesta vida na Terra. A terra é generosa, pois nada nos cobra. A terra nos dá a vida deste plano material, e é símbolo de acolhimento, vitalidade e conforto; ela é símbolo de proteção.

Vamos fazer agora um exercício de visualização e meditação sobre o texto acima.

Olhe fixamente para o desenho. Permita que tudo que está neste desenho, a folhagem no meio, depois a terra, uma flor desabrochada e neste colar em torno deste maṇḍala, como se fosse discos ou moedas de ouro. Observe bem o desenho. Permita que a energia do desenho penetre em sua mente. Suas cores, em várias tonalidades de verde, em várias tonalidades de vermelho, desde o rosa claro, o rosa “pink” até o vinho, e o colar de luz amarela, indicando os discos de ouro, que representam a riqueza da terra.

Agora, feche seus olhos. Mantenha esta energia que nos sustenta, que nos traz a possibilidade de sucesso material, de riqueza e prosperidade. Mantenha esta energia. Imagine que de seus pés (se estiver com os pés no chão) ou da base de sua coluna (se estiver sentado de pernas cruzadas) começam a brotar raízes que, aos poucos, vão penetrando na terra. Inspire e expire, e a cada novo ciclo respiratório, de inspirar e expirar, imagine que estas raízes se aprofundam, penetram na terra e se espalham. Sinta então a base de seu corpo profundamente enraizada. Sinta o acolhimento que a terra dá às suas raízes, a proteção. Sinta-se protegido, ancorado e acolhido pela terra. Continue a respirar suave e profundamente, e vá penetrando suas raízes, que crescem cada vez mais e mais – elas vão se espalhando, dando base, ancoramento.

A partir de agora, vai te dar também a vitalidade. Suas raízes começam a absorver a seiva da terra, a vitalidade da terra – esta energia que nos é tão cara e que nos é dada espontaneamente pela nossa mãe terra. Respire e vá absorvendo a energia da terra. Traga esta energia até a região do períneo no centro energético da base, no chakra raiz, revitalizando inteiramente toda que é governada, que é organizada por este centro de energia. Toda a região do assoalho pélvico e das pernas ficam energizados, vitalizados.

Você volta a inspirar e a tragar a energia da terra, a seiva da terra – energia curativa, que vai trazer a vitalidade ao centro energético da bacia. Esta energia invade toda a região da bacia e seus órgãos genitais, urinários, o final do intestino, revitalizando todas esta região de seu corpo.

Mais uma vez, ao inspirar, sugue a energia vital da terra. Ela vai agora ao centro energético do abdômen. Alcançando este centro energético, ela se espalha por toda a cavidade abdominal, energizando todos os órgãos desta região – seus intestinos grosso e delgado, fígado e vesícula, baço e pâncreas. Sinta esta região vitalizada, seu plexo solar, este emaranhado de nervos situado no abdômen, na chamada boca do estômago, energizando seu estômago e o diafragma.

Novamente inspire e absorva a energia curativa da terra. Traga esta energia até o centro energético cardíaco no tórax. Imagine ela se espalhando por toda a cavidade torácica, energizando seu coração e seus pulmões.

Outra vez inspire e traga a energia curativa da terra até o centro energético da garganta, espalhando-se por toda a cavidade da laringe e da boca até os ouvidos. A energia curativa da terra revitaliza suas cordas vocais, a laringe, faringe, a boca e suas estruturas (lábios, bochechas, dentes e língua). Energiza ainda toda a estrutura dos ouvidos.

Agora, então, vamos sugar a seiva da terra até o centro energético da cabeça. Sinta esta energia chegando na cabeça e revitalizando todas as estruturas cerebrais, os dois hemisférios cerebrais, o cerebelo, a área frontal de seu cérebro, que é a área cognitiva, revitalizando a área motora, auditiva, visual, enfim, os cinco sentidos. Permita que a energia curativa da terra melhore sua memória, seu raciocínio e seus reflexos. Todo seu ser se beneficia com a energia curativa da terra.

Agora, ao inspirar, mais uma vez sugue a energia curativa da terra e leve-a ao topo da cabeça para que ela faça a conexão com todo seu mundo espiritual, criando um halo de luz em torno de sua cabeça. Desta forma, o conectando com os mundos sutis para que possa receber a energia espiritual. Então, esta luz, que alcançou o topo da cabeça, agora se espalha por todo seu corpo, criando uma camada de luz em seu contorno, uma camada de vitalidade, que revigora sua pele, sua sensibilidade, músculos, nervos, vasos sanguíneos e ossos. Ela revigora cada plexo nervoso de seu corpo, cada glândula endócrina, desde a pineal, dentro da cabeça, depois a hipófise, a tireoide, as paratireoides, a timo, as pequenas ilhotas dentro do pâncreas, as suprarrenais e as reprodutoras. Sinta-se um ser revitalizado. Mantenha-se um pouco mais neste estado profundo.

Namaste.


terça-feira, 28 de julho de 2020

CAPTAÇÃO DA ENERGIA SOLAR



A finalidade desta prática é aumentar o potencial energético, recompor a aura e fechar o campo contra energias intrusas. Principalmente o cinturão energético do diafragma, formado pelos centros energéticos do fígado, baço e dos rins.

Escolha um local que tenha contato com a natureza ou dentro de casa em local arejado, este exercício deve ser feito logo após a higiene matinal e antes do desjejum. Quando não for possível praticar ao nascer do Sol, por decorrência dos horários impostos pela profissão ou demais circunstâncias, deve-se então estabelecer o compromisso de fazê-lo logo ao levantar-se, qualquer que seja a hora.

Fique de frente para o Sol (voltado para o leste) num lugar tranquilo e agradável, entrando em harmonia com esta força cósmica.  Com as mãos espalmadas à frente na direção do Sol, à altura da cabeça (figura 1), inale pelas narinas a energia divina da vida.  Ao absorver o ar, formule a ideia de que está atraindo o prāṇa para dentro de si e diga mentalmente a seguinte afirmação: “Eu amo a respiração porque ela me traz a retidão, a paz, a não-violência, o amor e a verdade”.

Com os pulmões cheios, pense que o prāṇa absorvido está sendo levado para todas as células de seus corpos físico e sutil, revitalizando-os.  A seguir, solte o ar pelas narinas, imaginando que as toxinas orgânicas e psíquicas estão sendo expelidas.  Inale e exale desta forma por quanto tempo quiser.

Depois, curvando os ombros para frente ligeiramente, cruze os braços em forma de “X”, cuidando para que os dedos da mão direita toquem o ombro esquerdo e os da mão esquerda, o ombro direito, com o braço esquerdo por cima do direito (figura 2).  Este movimento de cruzar os braços deve ser feito lentamente, imaginando que o Sol vai se aproximando, enquanto reduz de tamanho até se alojar em seu plexo solar.

Em seguida, faça com que este Sol cresça até tomar todo seu corpo, envolvendo-o. Fique assim por alguns minutos.  Terminando, fique de pé normalmente e diga mentalmente três vezes a seguinte afirmação: “No meu corpo só quem manda sou eu”.

segunda-feira, 27 de julho de 2020

A COR NA MEDITAÇÃO



Cada cor tem uma qualidade física, uma atuação terapêutica e uma característica na personalidade que influencia diretamente um ou mais chakras.

Para a prática da meditação com cores, é importante que vocês tenham o conhecimento de determinados mecanismos. A cor tem uma ação muito forte sobre os centros talâmicos, localizados no interior do cérebro, dos quais a glândula pineal e o hipotálamo fazem parte. Esses dois corpos cerebrais influenciam todo o organismo (secreções hormonais, pressão arterial, trabalho cardíaco, fome, sede, ciclo do sono e muitos outros). No campo da energia vital, do prāṇa, vai influenciar diretamente um ou mais chakras, estimulando seus aspectos biológicos e vitais; por exemplo, a tonicidade do corpo. No campo da energia psíquica, de manas, vai influenciar no aspecto emocional e cognitivo, como os padrões de defesa, seus sistemas de crenças, seu estado de atenção, sua relação com o mundo. A visualização da cor vai te levar a um mergulho na dinâmica psíquica do chakra em questão, dando uma nova dimensão às suas características.

Nesta meditação, iniciamos o processo olhando fixamente para a cor proposta. Em seguida, interiorizamos a cor através do processo mental e permanecemos com a sua visualização até o final da meditação. Isto faz com que os chakras que são afetados por ela sejam estimulados.

Antes de iniciarmos a meditação propriamente dita, nós vamos fazer alguns exercícios para soltar o corpo e tornar a mente mais propícia ao processo de concentração.


PRELIMINARES

Então, vamos lá! Sentado de pernas cruzadas ou numa cadeira, faça movimentos com o tronco. Faça 3 flexões do tronco, levando a testa na direção do chão e retorne, arqueando o tronco para trás; faça 3 inclinações do tronco para um lado e para o outro; faça 3 torções do tronco para um lado e para o outro.

Ok! Ainda sentado confortavelmente e vamos fazer umas respirações. Inspire profundamente, segure 1, 2, 3 e solte. Mais uma vez, inspire, prenda 1, 2, 3 e solte. Uma última vez, inspire, prenda 1, 2, 3 e solte.

Ok! Um exercício para os olhos. Com os olhos bem abertos, olhe para o alto, olhe para baixo, olhe para o alto e para baixo, mais uma vez, para o alto e para baixo. Agora, sem virar o rosto, olhe para a direita e para a esquerda, para a direita e para a esquerda; uma última, para direita para esquerda. Feche seus olhos; friccione as mãos uma na outra, leve-as em concha sobre os olhos, energizando-os; gentilmente massageie seus olhos, encaixando a palma das mãos sobre eles.


VERMELHO

Posicione o quadro vermelho, que eu disponibilizei, à sua frente. O ideal é que você abra esta imagem no computador, porque a imagem é maior e contínua – no celular, não demora muito, ele apaga. Mas, se não for possível, vai no celular mesmo. Você pode também usar um tecido ou um papel (cartão) vermelho, desde que não fuja muito da cor do quadro. Coloque a tela na altura de seus olhos, numa distância de 1 a 2 metros.

Então, respire suave e profundamente. Relaxe. Concentre o olhar na cor vermelha e quando ela estiver bem firme em sua mente, feche seus olhos e passe a visualizá-la em sua tela mental. Deixe seus pensamentos livres enquanto visualiza o vermelho. Quando ela sumir e sua concentração não permitir mais a sua visualização, abra suavemente seus olhos e fixe o vermelho novamente. Torne a fechar seus olhos e continue o processo. Desta forma, você vai entrando em contato com estados cada vez mais profundos. Permita isso, mas não se identifique com nenhum pensamento, para que você possa limpar esses registros que se fixaram em seu subconsciente. Quando conseguir, num processo natural, tocar a sua Essência, essa cor se transformará num matiz jamais observado e penetrará em todo seu corpo. Você será a própria cor.

O vermelho é uma cor quente, forte e que indica sinal de alerta. Ela atua em seu chakra da base, na região do períneo, entre o ânus e o genital. Ela fortalece, aquece, expande, distribui a energia e acelera o metabolismo. Estimula a coragem, a perseverança, a bondade, o amor, a firmeza e a retidão.

Fique por mais alguns minutos meditando na cor.





LARANJA


Posicione o quadro laranja, que eu disponibilizei, à sua frente. Como já foi dito no áudio anterior, o ideal é que você abra esta imagem no computador, porque a imagem é maior e contínua – no celular, não demora muito, ele apaga. Para que ele não apague logo, você deve ir em configurações > tela > modo ocioso > 10 minutos. Mas, se não for possível, vai no celular mesmo. Você pode também usar um tecido ou um papel (cartão) laranja, desde que não fuja muito da cor do quadro. Coloque a tela na altura de seus olhos, numa distância de 1 a 2 metros.

Então, respire suave e profundamente. Relaxe. Concentre o olhar na cor laranja e quando ela estiver bem firme em sua mente, feche seus olhos e passe a visualizá-la em sua tela mental. Deixe seus pensamentos livres enquanto visualiza o laranja. Quando ela sumir e sua concentração não permitir mais a sua visualização, abra suavemente seus olhos e fixe o laranja novamente. Torne a fechar seus olhos e continue o processo. Desta forma, você vai entrando em contato com estados cada vez mais profundos. Permita isso, mas não se identifique com nenhum pensamento, para que você possa limpar esses registros que se fixaram em seu subconsciente. Quando conseguir, num processo natural, tocar a sua Essência, essa cor se transformará num matiz jamais observado e penetrará em todo seu corpo. Você será a própria cor.

O laranja é uma cor robusta, vital, criativa e que produz a desaglutinação. Ela atua em seu chakra sacral ou sexual, na região da bacia, entre o púbis e o osso sacral. Ela expele, elimina, descongestiona, libera, remove, extrai e desintegra, sendo considerada laxativa e tonifica o metabolismo. Estimula a pureza e a santidade, e por isso, ela pacifica.

Fique por mais alguns minutos meditando na cor.




AMARELO

Posicione o quadro amarelo disponibilizado à sua frente. Coloque a tela na altura de seus olhos ou um pouco abaixo, numa distância de 1 a 2 metros.

Então, respire suave e profundamente. Faça uma respiração bem abdominal – inspire, expandindo o abdômen para frente e expire, recolhendo seu abdômen o máximo possível. Torne esta respiração bem suave e natural. Relaxe. Concentre o olhar na cor amarela e quando ela estiver bem firme em sua mente, feche seus olhos e passe a visualizá-la em sua tela mental. Deixe seus pensamentos livres enquanto visualiza o amarelo. Quando sumir e sua concentração não permitir mais a sua visualização, abra suavemente seus olhos e olhe para o quadro amarelo novamente. Torne a fechar seus olhos e continue o processo. Desta forma, você vai entrando em contato com estados cada vez mais profundos. Abra seus olhos, concentre-se no amarelo e feche-os novamente. Permita que essa intermitência aconteça naturalmente. Mas, não se identifique com nenhum pensamento que surja, para que você possa limpar esses registros que se acomodaram em seu subconsciente. Num dado momento durante esta prática ou em práticas mais a frente, de forma natural, você tocará a sua Essência e essa cor se transformará num matiz jamais observado, e penetrará em todo seu corpo. Você será a própria cor.

O amarelo é uma cor vibrante, ativa, quente, expansiva e que produz um estado alcalino no organismo. Ela atua em seu chakra umbilical ou plexo solar, na região do abdômen, logo acima do umbigo. Ela estimula, precipita, assimila, agrega e consolida, sendo considerada cicatrizante e reparadora. Desenvolve a sabedoria e o discernimento, e por isso, ela propicia a não-violência e o julgamento correto.

Fique por mais alguns minutos meditando na cor.




VERDE

Posicione o quadro verde disponibilizado à sua frente. Coloque a tela na altura de seus olhos ou um pouco abaixo, numa distância de 1 a 2 metros.

Então, respire suave e profundamente. Faça uma respiração bem torácica – inspire, expandindo o tórax para cima e expire, relaxando seu tórax o máximo possível. Torne esta respiração bem suave e natural. Relaxe. Tente perceber os batimentos de seu coração, bombeando o sangue para todo o seu corpo. Concentre o olhar na cor verde e quando ela estiver bem firme em sua mente, feche seus olhos e passe a visualizá-la em sua tela mental. Deixe seus pensamentos livres enquanto visualiza o verde. Quando sumir e sua concentração não permitir mais a sua visualização, abra suavemente seus olhos e olhe para o quadro verde novamente. Torne a fechar seus olhos e continue o processo. Desta forma, você vai entrando em contato com estados cada vez mais profundos. Abra seus olhos, concentre-se no verde e feche-os novamente. Permita que essa intermitência aconteça naturalmente. Mas, não se identifique com os pensamentos que surjam, para que você possa limpar esses registros que se acomodaram em seu subconsciente. Num dado momento desta prática ou em práticas mais a frente, de forma natural, você tocará a sua Essência e essa cor se transformará num matiz jamais observado, e penetrará em todo seu corpo. Você será a própria cor.

O verde é uma cor neutra, harmônica, morna e que produz um estado de fluidez no organismo. Ela atua em seu chakra cardíaco, na região do centro do tórax, a frente do osso esterno. Ela digere, decompõe, descongestiona, desintoxica, desinfeta e dissolve. A cor verde desperta a humildade, o desapego, a generosidade e a bondade, e por clarear a mente, nos induz a compreender os fatos e as pessoas, indicando o caminho para a compaixão.

Fique por mais alguns minutos meditando na cor.




AZUL

Posicione o quadro azul disponibilizado à sua frente. Coloque a tela na altura de seus olhos ou um pouco abaixo, numa distância de 1 a 2 metros.

Então, respire suave e profundamente. Faça uma respiração bem completa – inspire, expandindo o abdômen e o tórax, e expire, relaxando as costelas e o abdômen. Torne sua respiração bem suave e natural. Relaxe. Tente perceber a passagem do ar pelas narinas e garganta, enchendo e esvaziando os pulmões. Concentre o olhar na cor azul e quando ela estiver bem firme em sua mente, feche seus olhos e passe a visualizá-la em sua tela mental. Deixe seus pensamentos livres enquanto visualiza o azul. Quando sumir e sua concentração não permitir mais a sua visualização, abra suavemente seus olhos e olhe para o quadro azul novamente. Torne a fechar seus olhos e continue o processo. Desta forma, você vai entrando em contato com estados cada vez mais profundos. Abra seus olhos, concentre-se no azul novamente. Em seguida torne a fecha-los. Permita que essa intermitência aconteça naturalmente. Periodicamente abra seus olhos, olhe a cor azul e feche-os. Mas, não se identifique com os pensamentos que surjam, para que você possa limpar esses registros que se acomodaram em seu subconsciente. Em algum momento desta prática, ou em práticas mais a frente, de forma natural, você tocará a sua Essência e essa cor se transformará num matiz jamais observado, e penetrará em todo seu corpo. Você será a própria cor.

O azul é uma cor refrescante e que suaviza todo o organismo. Ela atua em seu chakra da garganta. Ela tem uma aplicação purificadora, calmante, anti-inflamatória, inibidora e anestésica. A cor azul promove a fé, a confiança, a espontaneidade, a pacificação, a tranquilidade e o equilíbrio, propiciando a autenticidade, a verdade, a clareza mental e o discernimento.

Fique por mais alguns minutos meditando na cor.



ANIL

Posicione o quadro anil disponibilizado à sua frente. Coloque a tela na altura de seus olhos ou um pouco abaixo, numa distância de 1 a 2 metros.

Então, respire suave e profundamente. Faça uma respiração bem completa – inspire, expandindo o abdômen e o tórax, e expire, relaxando as costelas e o abdômen. Torne sua respiração bem suave e natural. Relaxe. Tente perceber a passagem do ar pelas narinas e garganta, enchendo e esvaziando os pulmões. Concentre o olhar na cor anil e quando ela estiver bem firme em sua mente, feche seus olhos e passe a visualizá-la em sua tela mental. Deixe seus pensamentos livres enquanto visualiza o anil. Quando sumir e sua concentração não permitir mais a sua visualização, abra suavemente seus olhos e olhe para o quadro anil novamente. Torne a fechar seus olhos e continue o processo. Desta forma, você vai entrando em contato com estados cada vez mais profundos. Abra seus olhos, concentre-se no anil novamente. Em seguida torne a fecha-los. Permita que essa intermitência aconteça naturalmente. Periodicamente abra seus olhos, olhe a cor anil e feche-os. Mas, não se identifique com os pensamentos que surjam, para que você possa limpar esses registros que se acomodaram em seu subconsciente. Em algum momento desta prática, ou em práticas mais a frente, de forma natural, você tocará a sua Essência e essa cor se transformará num matiz jamais observado, e penetrará em todo seu corpo. Você será a própria cor.

O anil é uma cor fria e paralisante, no sentido de bloquear energias. Ela atua em seu chakra frontal. Ela tem uma aplicação protetora, neutralizante, que centraliza no foco e mantém a concentração, podendo ser hipnótica, ou mesmo narcótica. A cor anil promove a devoção, a lealdade, a benevolência, a integridade, nos levando a um idealismo e a um estado de transe altamente inspirador, um estado psíquico alterado, onde nós nos abrimos para a intuição e percepções profundas.



VIOLETA

Posicione o quadro violeta disponibilizado à sua frente. Coloque a tela na altura de seus olhos ou um pouco abaixo, numa distância de 1 a 2 metros.

Então, respire suave e profundamente. Faça uma respiração bem completa – inspire, expandindo o abdômen e o tórax, e expire, relaxando as costelas e o abdômen. Torne sua respiração bem suave e natural. Relaxe. Tente perceber a passagem do ar pelas narinas, enchendo e esvaziando os pulmões. Concentre o olhar na cor violeta e quando ela estiver bem firme em sua mente, feche seus olhos e passe a visualizá-la em sua tela mental. Deixe seus pensamentos livres enquanto visualiza o violeta. Quando sumir e sua concentração não permitir mais a sua visualização, abra suavemente seus olhos e olhe para o quadro violeta novamente. Torne a fechar seus olhos e continue o processo. Vá entrando em contato com estados cada vez mais profundos. Abra seus olhos, concentre-se no violeta novamente. Em seguida torne a fecha-los. Permita que essa alternância aconteça naturalmente. De uma forma descompromissada, abra seus olhos, olhe a cor violeta e feche-os. Não se identifique com os pensamentos que afloram. Assim, você limpa esses registros que se instalam em seu subconsciente. Em algum momento desta prática, ou nas práticas futuras, de forma natural, você tocará a sua Essência e essa cor se transformará num violeta jamais observado, e penetrará em todo seu corpo. Você será a própria cor.

O violeta é uma cor etérea que acalma e, ao mesmo tempo fortalece. Ela atua em seu chakra coronário. Ela tem uma aplicação regeneradora, germicida, sublimadora, além de potencializar, amplificar e multiplicar o efeito das outras cores. A cor violeta promove o altruísmo, sublimar as crises de crescimento espiritual, o sacrifício, a espiritualidade e o amor universal e incondicional, criando um canal entre o plano físico e o espiritual de luz dos grandes santos e iniciados.

Mantenha-se neste estado de meditação profunda por mais alguns minutos, mesmo após o término do áudio.



TURQUESA

Posicione o quadro turquesa disponibilizado à sua frente. Coloque a tela na altura de seus olhos ou um pouco abaixo, numa distância de 1 a 2 metros.

Então, respire suave e profundamente. Faça uma respiração bem completa – inspire, expandindo o abdômen e o tórax, e expire, relaxando as costelas e o abdômen. Torne sua respiração bem suave e natural. Relaxe. Tente perceber a passagem do ar pelas narinas, enchendo e esvaziando os pulmões. Concentre o olhar na cor turquesa e quando ela estiver bem firme em sua mente, feche seus olhos e passe a visualizá-la em sua tela mental. Deixe seus pensamentos livres enquanto visualiza o turquesa. Quando sumir e sua concentração não permitir mais a sua visualização, abra suavemente seus olhos e olhe para o quadro turquesa novamente. Torne a fechar seus olhos e continue o processo. Vá entrando em contato com estados cada vez mais profundos. Abra seus olhos, concentre-se no turquesa novamente. Em seguida torne a fecha-los. Permita que essa alternância aconteça naturalmente. De uma forma descompromissada, abra seus olhos, olhe a cor turquesa e feche-os. Não se identifique com os pensamentos que afloram. Assim, você limpa esses registros que se instalam em seu subconsciente. Em algum momento desta prática, ou nas práticas futuras, de forma natural, você tocará a sua Essência e essa cor se transformará num turquesa jamais observado, e penetrará em todo seu corpo. Você será a própria cor.

O turquesa é uma cor fria e que produz calma. Ele atua em seu chakra da garganta e da nuca. Ele tem uma aplicação regeneradora, calmante, repousante e que equilibra as funções cerebelares e do tronco cerebral. A cor turquesa promove a clareza de pensamento, o poder da palavra e atitudes coordenadas.

Mantenha-se neste estado de meditação profunda por mais alguns minutos, mesmo após o término do áudio.



MAGENTA

Posicione o quadro magenta disponibilizado à sua frente. Coloque a tela na altura de seus olhos ou um pouco abaixo, numa distância de 1 a 2 metros.

Então, respire suave e profundamente. Faça uma respiração bem completa – inspire, expandindo o abdômen e o tórax, e expire, relaxando as costelas e o abdômen. Torne sua respiração bem suave e natural. Relaxe. Tente perceber a passagem do ar pelas narinas, enchendo e esvaziando os pulmões. Concentre o olhar na cor magenta e quando ela estiver bem firme em sua mente, feche seus olhos e passe a visualizá-la em sua tela mental. Deixe seus pensamentos livres enquanto visualiza o magenta. Quando sumir e sua concentração não permitir mais a sua visualização, abra suavemente seus olhos e olhe para o quadro magenta novamente. Torne a fechar seus olhos e continue o processo. Vá entrando em contato com estados cada vez mais profundos. Abra seus olhos, concentre-se no magenta novamente. Em seguida torne a fecha-los. Permita que essa alternância aconteça naturalmente. De uma forma descompromissada, abra seus olhos, olhe a cor magenta e feche-os. Não se identifique com os pensamentos que afloram. Assim, você limpa esses registros que se instalam em seu subconsciente. Em algum momento desta prática, ou nas práticas futuras, de forma natural, você tocará a sua Essência e essa cor se transformará num magenta jamais observado, e penetrará em todo seu corpo. Você será a própria cor.

O magenta é uma cor de harmonia e fluidez. Ele atua em seu chakra cardíaco dorsal, situado entre as escápulas. Ele tem uma aplicação pacificadora, integradora, purificadora dos pulmões e que desperta alegria, perdão e amor. A cor magenta promove nobreza de espírito, amorosidade, generosidade, pureza e veracidade em nossas atitudes.

Mantenha-se neste estado de meditação profunda por mais alguns minutos, mesmo após o término do áudio.



VERDE LIMÃO

Posicione o quadro verde limão disponibilizado à sua frente. Coloque a tela na altura de seus olhos ou um pouco abaixo, numa distância de 1 a 2 metros.

Então, respire suave e profundamente. Faça uma respiração bem completa – inspire, expandindo o abdômen e depois o tórax; expire, recolhendo o abdômen e depois o tórax, criando uma onda em seu tronco, produzindo o movimento diafragmático. Torne sua respiração bem suave e natural. Relaxe. Tente perceber o movimento em onda do tronco e do diafragma, enchendo e esvaziando os pulmões. Concentre o olhar na cor verde limão e quando ela estiver bem firme em sua mente, feche seus olhos e passe a visualizá-la em sua tela mental. Deixe seus pensamentos livres enquanto visualiza o verde limão. Quando a cor sumir e sua concentração não permitir mais a sua visualização, abra suavemente seus olhos e olhe para o quadro novamente. Torne a fechar seus olhos e continue o processo. Vá entrando em contato com estados cada vez mais profundos. Abra seus olhos, concentre-se no verde limão novamente. Em seguida torne a fecha-los. Permita que essa alternância aconteça naturalmente. De uma forma descompromissada, abra seus olhos, olhe a cor e feche-os. Não se identifique com os pensamentos que afloram. Assim, você limpa esses registros que se instalam em seu subconsciente. Em algum momento desta prática, ou nas práticas futuras, de forma natural, você tocará a sua Essência e essa cor se transformará num brilho jamais observado, penetrando em todo seu corpo. Você será a própria cor.

O verde limão é uma cor ativadora e cria uma sinergia entre os órgãos (fígado/vesícula, baço/pâncreas, estômago/intestino delgado, rim/bexiga). Ele atua em seus chakras do cinturão diafragmático (hepático, esplênico, renais, umbilical e lombar). Ele tem uma aplicação unificadora, tônica, estimulante cerebral, além de antisséptica, antiácida, expectorante e laxativa. A cor verde limão promove o sentimento de unidade, fraternidade e de pertencimento a este mundo físico.

Mantenha-se neste estado de meditação profunda por mais alguns minutos, mesmo após o término do áudio.



ROSA SALMÃO

Posicione o quadro rosa salmão disponibilizado à sua frente. Coloque a tela na altura de seus olhos ou um pouco abaixo, numa distância de 1 a 2 metros.

Então, respire suave e profundamente. Faça uma respiração bem completa – inspire, expandindo o abdômen e depois o tórax; expire, recolhendo o abdômen e depois o tórax, criando uma onda em seu tronco, produzindo o movimento diafragmático. Torne sua respiração bem suave e natural. Relaxe. Tente perceber o movimento em onda do tronco e do diafragma, enchendo e esvaziando os pulmões. Concentre o olhar na cor rosa salmão e quando ela estiver bem firme em sua mente, feche seus olhos e passe a visualizá-la em sua tela mental. Deixe seus pensamentos livres enquanto visualiza o rosa salmão. Quando a cor sumir e sua concentração não permitir mais a sua visualização, abra suavemente seus olhos e olhe para o quadro novamente. Torne a fechar seus olhos e continue o processo. Vá entrando em contato com estados cada vez mais profundos. Abra seus olhos, concentre-se no rosa salmão novamente. Em seguida torne a fecha-los. Faça essa alternância com naturalidade. De uma forma descompromissada, abra seus olhos, olhe a cor e feche-os. Não se apegue aos pensamentos que afloram, limpando esses registros instalados em seu subconsciente. Em algum momento desta prática, ou nas práticas futuras, de forma natural, você tocará a sua Essência e essa cor brilhará intensamente, penetrando em todo seu corpo. Você será a própria cor.

O rosa salmão é uma cor suave, doce e de grande penetração, agindo em cada célula de seu corpo, através de todos os canais físicos e etéreos. Ele atua em seu chakra do coração, estimulando o pulso eletromagnético do coração e sua força muscular. Ele tem uma aplicação estimuladora, atrativa, expansiva, além de purificadora, gerando bem-estar e conforto. A cor rosa salmão promove um intenso sentimento de amizade, fortalecendo as relações e desenvolvendo o amor incondicional.

Mantenha-se neste estado de meditação profunda por mais alguns minutos, mesmo após o término do áudio.



DOURADO

Posicione o quadro com vários tons de dourado disponibilizado à sua frente. Coloque a tela na altura de seus olhos ou um pouco abaixo, numa distância de 1 a 2 metros.

Então, respire suave e profundamente. Faça uma respiração bem completa – inspire, expandindo o abdômen e depois o tórax; expire, recolhendo o abdômen e depois o tórax, criando uma onda em seu tronco, produzindo o movimento diafragmático. Torne sua respiração bem suave e natural. Relaxe. Tente perceber o movimento em onda do tronco e do diafragma, enchendo e esvaziando os pulmões. Concentre o olhar na cor dourada mais abaixo (a mais escura) e quando ela estiver bem firme em sua mente, feche seus olhos e passe a visualizá-la em sua tela mental. Deixe seus pensamentos livres enquanto visualiza o dourado. Quando a cor sumir e sua concentração não permitir mais a sua visualização, abra suavemente seus olhos e olhe para o tom de dourado logo acima do anterior. Torne a fechar seus olhos e continue o processo. Vá entrando em contato com estados cada vez mais profundos. Abra seus olhos, concentre-se no dourado, subindo mais uma faixa novamente. Em seguida torne a fecha-los. Permita que essa alternância aconteça naturalmente, subindo um tom a cada vez que abrir os olhos, até alcançar a faixa mais clara. Vá devagar! De uma forma descompromissada, abra seus olhos, olhe a cor e feche-os. Não se identifique com os pensamentos que afloram. Assim, você limpa esses registros que se instalam em seu subconsciente. Em algum momento desta prática, ou nas práticas futuras, de forma natural, você tocará a sua Essência e esses tons de dourado se transformarão num brilho jamais observado, penetrando em todo seu corpo. Você será a própria cor.

O dourado é uma cor marcante e que faz tanto a ancoragem da energia cósmica como a sublimação da energia terrena, através da coluna vertebral, conforme ela vai se movimentando ao longo da coluna. O dourado atua em todos os chakras, mas principalmente nos centros coronário, cardíaco e umbilical, além de nutrir toda a coluna vertebral. Ele tem uma aplicação de enraizamento da energia cósmica, em seus tons mais escuros, como de sutilização da energia terrena, em seus tons mais claros. Por esta razão, a cor dourada promove a sabedoria e a iluminação. Ela representa o ouro, tanto da terra como do céu.

Abra seus olhos e visualize todo o conjunto de tons dourados. Imagine que cada tom energiza um chakra, desde a raiz até a coroa, fluindo ao longo da coluna vertebral. Mantenha-se neste estado de meditação profunda por mais alguns minutos, mesmo após o término do áudio.

Namaste.